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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Presente para a professora

Oi queridas e queridos!
Sou professora, mas também sou aluna, sempre fui aluna e sempre vou ser. E desde criança minha mãe e meu pai sempre me ensinaram a respeitar e valorizar meus professores.
Lembro que sempre levava uma flor, ou uma carta, ou um presentinho para aqueles que me suportavam e me ensinavam.
Hoje em dia meus alunos também fazem isso, sempre recebo cartinhas, chocolates, brincos, batons, pelúcias, e florezinhas amassadas que eles roubam dos vizinhos e carregam longas distâncias até me encontrarem.
A carreira docente é isso, é ter pouca valorização do estado, mas grande valorização da maioria dos alunos, que sentem que fazemos diferença na vida deles, e que provavelmente daqui 20, 30 anos ainda se lembrarão de uma aula diferente que ministramos.
Uma das professoras que admiro é a Alessandra, que leciona Francês na universidade que estudo. Eu via sempre a aula dela barulhenta, cheia de risadas, abraços e elogios. Um dia tive a chance de estudar com ela, e aproveitei, corri atrás. Não me arrependi, pois além de despertar interesse pelo francês ainda pude conviver com colegas maravilhosos e uma professora realmente encantadora. Ela ensina rindo, uma risada com aproximadamente 500 decibéis (brincadeirinha!), e explica de forma que todos entendem. Abraça, elogia, ajuda, dá broncas, perfeita.
Participamos com ela de um evento muito legal, a Soirée Culturalle,  uma feira cultural de francês. Apresentamos o musical Mamma Mia que foi um sucesso.
Quando o musical acabou o semestre logo findou, e fizemos uma homenagem à professora, que se emocionou. Nessa homenagem entreguei a ela um presente, simples mas de coração que fiz. De alguma maneira achava que ela gostava de amarelo, e acertei, então fiz essa capa para caderno para ela:



Depois cada um da sala escreveu uma mensagem a ela no caderno. Acho que foi uma das costurinhas que mais gostei de fazer.
O que acharam?

quinta-feira, 28 de março de 2013

Paetês

Que feriadão!
Aproveitei uma folguinha antes do feriado para comprar uns tecidos que ia precisar para minha apresentação na faculdade, que será na terça-feira. Como eu já havia comentado na postagem anterior, a universidade faz todo ano um evento para atrair alunos ao curso de francês, chama-se Soirée Culturalle. Nos dois anos anteriores não participei, mas esse ano promete!
Os tecidos que comprei são estes:
É um tecido que já vem com paetês, muito bonito.


Depois posto fotos de como foi a apresentação.

E vamos usar também algumas flores, comprei botões de rosa vermelhos, pra ficar bem chamativo. Cheguei em casa, coloquei os botões no sofá para cortar os cabinhos, e olha só! O Paulo Coelho adorou! Brincou com as flores, deitou nelas, lambeu, mordeu, correu com flor na boca... Meu anjinho! Amo demais ele!


Comprei mais coisinhas, aos poucos vou mostrando.
Aproveitem o feriado, com juízo!

terça-feira, 19 de março de 2013

Fantoches O pequeno Príncipe

Quanta alegria!

Recebi uma encomendinha que me deixou rindo pras paredes! A Gisele, o João Victor e o Thales, meus colegas de faculdade, vão apresentar um teatro com um trecho (em francês) da obra O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exúpery no Soirée Culturalle, um evento do curso de Francês da nossa universidade. Eu também vou participar, mas esta é outra história...
Então meus colegas me encomendaram os fantoches em feltro, e eu fiz rapidinho pois estava doida pra ver como ficariam. O lucro, claro, foi para repor minha pistola de cola quente que tinha estragado. Mas o que importa é que ficaram lindos!

Fiz a rosa com um feltro vermelho cheio de bolinhas, a coisa mais linda do mundo! Uma ideia legal é dar a nossa cara aos nossos trabalhos. Eu poderia fazer a rosa com um feltro normalzinho, mas esse aqui mostra quem sou eu.

Hoje entrego a encomenda, estou ansiosa para saber se os colegas vão gostar!

Termino a postagem com uma parte que eu gosto muito do livro:

"O sentimento do irremediável me fez gelar de novo. E eu compreendi que não poderia suportar a ideia de nunca mais escutar aquele riso. Ele era para mim como uma fonte no deserto."

"E quando estiveres consolado (a gente sempre se consola), tu ficarás contente por teres me conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E às vezes abrirás tua janela apenas pelo simples prazer... E teus amigos ficarão espantados de ver-te rir olhando o céu. Tu explicarás então: 'Sim, as estrelas, elas me fazem rir!' E eles te julgarão louco. Será uma peça que eu te prego..."